quinta-feira, 9 de maio de 2013

Macacos-narigudos e outros macacos

São apenas dois os assuntos que aqui me trazem hoje. Coloquemo-los por ordem cronológica invertida (primeiro o que aconteceu em último lugar e em último lugar o que ocorreu primeiramente):
 
1) Ontem, pouco depois de virar dois pratos de empadão de atum,  pus-me a ver, na RTP2, a recta final de um programa sobre a fauna da ilha do Bornéu. Parece que, devido ao peculiar clima e a outras especificidades ambientais daquela região,  são comuns alterações morfológicas nas mais diversas espécies. Por exemplo, parece ser comum encontrar-se ali um escaravelho gigante ou um elefante pigmeu. Porém, para além desses animais mutantes, qualquer ambiente florestal que se preze requer macacos a saltitar pelos galhos das suas árvores. Apareceram, então, uns quantos macacos-narigudos, bichos castiços mas, infelizmente, em vias de extinção. Quase no final do programa, uma primatologista, de invulgar beleza para aquelas andanças, refira-se, afirmou, peremptoriamente, que quanto maior for a penca dos machos, maior será a atracção que as fêmeas por eles sentem. Se o Júlio Isidro tiver visto o mesmo programa deve ter maldito a sua sorte por as mulheres não pensarem da mesma forma que as macacas-narigudas. 
 

2) Por falar em macacos, também ontem, antes do empadão, recebi este SMS no meu telemóvel: "Andaste a meter com a melher dos otros, pode ser k ainda teinhas azar na vida, meu cabrão!!! Se te apanhu vais a ver!!!". Importa aqui referir que eu não conheço o remetente daquele conjunto de "palavras", mas consegui depreender o tom ameaçador com que se me dirigiu. Contudo, não estou seguro de o ter compreendido plenamente. Se alguém tiver algumas noções de escrita paleolítica, eu agradeço a ajuda. Espero, entretanto, que não seja algum macaco de nariz pequeno, todo cioso da sua fêmea. Porque, na minha óptica, todos os homens que amam verdadeiramente as respectivas mulheres, deveriam proceder com elas como procedem com uma boa publicação do facebook: se gostam, devem partilhar!

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