quarta-feira, 17 de abril de 2013

Coito ou concerto? "Não o sei e sei-o bem" (título este, que até ao ponto de interrogação, é da minha autoria, mas que depois disso é daquele caixa de óculos que mamava absinto que nem um camelo e depois era mais que um. Pois, pudera! Agora falha-me o nome do gajo)

Aqui há dias, por motivos alheios à minha mais pura vontade, e por (má) via televisiva, vi a Ana Malhoa em pleno coito. Ou foi em pleno concerto? Não, aquilo era coito. Vá, concedo que talvez fosse uma síntese das duas coisas, mas claramente a pender mais  para o lado do coito. Perante tal visão, não pude evitar que os seguintes pensamentos desembarcassem no meu cérebro em catadupa, quais tropas aliadas na Normandia:

- Esta gaja tem mais tinta no corpo do que uma loja da Robbialac tem em stock;
- Entre ir vê-la ao vivo e ir a um bar de Striptease, encontro apenas duas diferenças: no bar de Striptease tenho de calçar um sapatinho para entrar, nem que seja um mocassin, e as strippers sempre entram em palco vestidas;
- Malho(u-)a? Quem? O Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa e Vale do Tejo?;
- Com tanto azucar, azucar, azucar, ainda é capaz de lhe dar uma hiperglicemia;
- Já há muito tempo que não me sentia violado por uma mulher sem que ela sequer me tocasse. Será que a engravidei? É que nem tive tempo de me encamisar...


"Ah e tal, ó Juvenal, és um ganda porco, a falar assim da rapariga" - dirão os Austrolopitecos e outros hominídeos supostamente extintos, mas que dão, amiúde, ares da sua graça. Pá, se calhar até sou, mas pelo menos tomo um banhinho quando acabo de pintar a sala, em vez de me ir pôr a dar "concertos".

2 comentários:

A Chata disse...

Se falas da Ana Malhoa, já gosto de ti!

Juvenal Martins disse...

Eu sabia que, com esta, te iria conquistar. ;)