Ontem, algures na Freguesia do Lumiar, no mesmo espaço que há quatro ou cinco dias era uma piscina, o Benfica bateu o Sporting, sem grande surpresa. Confesso que cheguei a temer o pior, após o golo do holandês com nome de marca de automóvel, mas os jogadores lagartos voltaram a ser iguais a eles próprios, sobretudo os elementos mais recuados. Aquela defesa é pior que a toalha de uma mesa depois de uma refeição de javardos...é só nódoas!
Estiveram relativamente bem até ao golo, ou melhor, os jogadores do Benfica é que estiveram mal até ao golo leonino, mas a partir daí só deu Benfica. Quais animais espicaçados, os encarnados cerraram os dentes e foram à luta, com o mal amado Óscar Cardozo a decidir o jogo, uma vez mais.
O momento decisivo ocorreu quando o Bolo de Arroz levou a mão à bola em cima da linha de golo. Tivesse ele frequentado jantares académicos, como eu frequentei em tempos, e saberia, com toda certeza, que "mão direita, mão direita é penalty". A não ser que azulasse e verticalizasse as listas verdes da camisola que veste e mudasse o nome para Alex Sandro. Aí mão direita, mão direita seria apenas peito
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